Pular para o conteúdo principal

Feira de Sementes, Sabores e Saberes acontece sábado, dia 11, no centro de Belterra

Algumas das dezenas de mulheres da Amabela - da esq para dir: Sandra, Lindalva, Irlanda, Mazé e Selma - fotos de Bob Barbosa

Aberto ao público e realizado pela AMABELA - Associação das Mulheres Trabalhadoras Rurais do Município de Belterra – o evento, que está em sua quarta edição, é um espaço de debates, reflexões e fortalecimento das mulheres como sujeitos políticos de direitos.

Organizações comunitárias e entidades ligadas aos movimentos sociais e à produção familiar também participam da feira. Durante todo o dia, das 9 da manhã às dez da noite, haverá exposição de artesanatos, degustação, vendas de comidas típicas e a comercialização dos produtos da agroecologia, que não utilizam agrotóxicos.

Também haverá a Feira de Troca de Sementes Crioulas que tem como objetivo fortalecer a rede de conservação e a troca de sementes para conquista da autonomia produtiva e da soberania alimentar pelas famílias.

A novidade neste ano será a realização de oficinas temáticas sobre sementes crioulas, produção de mudas, biofertilizantes naturais e artesanato. No convite que a Amabela está divulgando nas redes sociais da internet, uma frase dá o tom: “Sem feminismo não há agroecologia!”

O local da feira é o CAT (Centro de Atendimento ao Turista), no centro de Belterra, ao lado da Prefeitura, na Estrada 1.

Para saber mais sobre a luta e o trabalho da Amabela acesse a reportagem de Bob Barbosa, link aqui, publicada pelo “Brasil de Fato”.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

MTV Solidário: "Alimentando Esperança nos Territórios do Tapajós“ distribui cestas alimentícias e kits de higiene em bairros periféricos de Santarém

“Há um tempo só de paixão, grito e ternura Clamando as mudanças que o povo espera”                 (Trecho da música Canta Francisco) Acreditamos que esse tempo é agora e precisamos agir. Ficar de braços cruzados enquanto milhares de pessoas morrem, ou por conta desse vírus que se alastrou mundialmente, ou pela ausência de um prato de comida digno não vai resolver nada. É preciso usar esses braços para fortalecer a luta e alimentar a esperança daqueles que necessitam. Quantos trabalhadores e trabalhadoras ficaram sem os seus empregos, ou até mesmo sem os famosos “bicos”, que de alguma forma sustentavam os seus familiares. Observamos que ao longo desse processo muita iniciativas de solidaried ade foram or ganizadas, e nós do Movimento Tapajós Vivo, não   poderíamos ficar de fora, mobilizamos as nossas redes, articulamos as parcerias, e cá estamos com o MTV Solidário: "Alimentando Esperança nos Territórios do Tapajós...

Engajamento e fortalecimentos dos movimentos na defesa da bacia do tapajós: Escola de Militância Socioambiental Amazônida - EMSA

A EMSA surge frente aos problemas de disputa do território tapajônico nos últimos anos, tais como agronegócio, mineração, desmatamento e outros. O Movimento Tapajós Vivo - MTV realizou o Encontro das Águas (2018) que reuniu movimentos e organizações dos rios Tapajós, Juruena, Teles Pires; Madeira, Amazonas e Xingu, onde foram debatidos sobre as ameaças à Bacia do Tapajós e vida dos povos da região. Bem como, foi pensado em uma maneira de fortalecer a luta pela vida dos povos desta bacia. Nos indicativos das ações conjuntas surgiu a proposta e o comprometimento de formação de base dos militantes destes territórios. Posteriormente no encontro de consolidações das atividades em Sinop/MT (2019) foi construído a proposta de uma escola de formação para militância de base da Amazônia. Dentro desse cenário que surge a EMSA. A Escola de Militância Socioambiental Amazônida - EMSA, iniciativa do MTV em 2022, tem como proposta a construção de conhecimentos e partilha de saberes (científicos e co...

Movimento Tapajós Vivo protocola carta denúncia contra obra em Praia de Ponta de Pedras

  Praia Ponta de Pedras (Santarém/PA) O Movimento Tapajós Vivo (MTV) protocolou nesta quinta-feira (30) no Ministério Público Estadual (MPPA) e no Ministério Público Federal (MPF), uma carta denúncia contra a obra planejada pela Prefeitura de Santarém na praia de Ponta de Pedras. A obra que tem como objetivo a construção da orla na praia, estacionamento e pavimentação a beira rio Federal (Tapajós), vai contra o Código Florestal no inciso II do artigo 3º da Lei 12.651/12, APP é uma “área protegida, coberta ou não por vegetação nativa, com a função ambiental de preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica e a biodiversidade, facilitar o fluxo gênico de fauna e flora, proteger o solo e assegurar o bem-estar das populações humanas”, portanto precisa ser protegida permanentemente de 30 a 500 metros da beira de rio de acordo com seu período de última cheia do rio. Além disso a obra irá impactar diretamente a paisagem natural e sua biodiversidade na desova de p...